Candidaturas abertas ao Programa de Reabilitação de Instalações Desportivas (PRID) 2023

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O Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), no âmbito do programa do Governo através da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, estabeleceu como prioridade da 7.ª edição do Programa de Reabilitação de Instalações Desportivas de 2023 (PRID 2023), no valor de dois milhões de euros, a promoção da eficiência energética.

O objetivo é comparticipar intervenções que fomentem o aumento da eficiência energética das instalações desportivas ao serviço das populações, que reforcem a utilização de energias renováveis em regime de autoconsumo e que conduzam à redução do consumo energético. Isto tendo em conta o contexto geopolítico e ambiental que atualmente se atravessa, a urgência do combate às alterações climáticas e as metas a alcançar para a transição para uma economia de baixo teor de carbono.

Os clubes e associações desportivas (constituídos sob a forma de associação sem fins lucrativos, sediados em território continental), aos quais o programa se dirige, podem apresentar até ao dia 15 de maio, pelas 23h59.

São elegíveis as intervenções com as seguintes tipologias:

  • Intervenções nos sistemas de iluminação, exterior ou interior, com o objetivo de reduzir os consumos de energia, através da instalação de sistemas e tecnologias mais eficientes, assim como pela introdução de sistemas de gestão capazes de potenciar reduções do consumo de energia elétrica associados a estes sistemas;
  • Intervenções para instalação de painéis solares térmicos para a produção de água quente sanitária (AQS) (painéis e estruturas de fixação, depósitos, bombas e sistema auxiliar de produção de calor);
  • Intervenções para instalação de sistemas de produção de energia solar para autoconsumo (painéis e estruturas de fixação…);
  • Instalação e/ou substituição de sistemas de aquecimento e/ou arrefecimento ambiente e/ou de águas quentes, que recorram a energia renovável, designadamente: bombas de calor, caldeiras e/ou recuperadores de calor, com elevada eficiência com e sem sistemas de acumulação de água quente;
  • Incorporação de sensores (movimento, presença, crepusculares, etc.), reguladores de fluxo luminoso, entre outros;
  • Outras intervenções, devidamente fundamentadas através de diagnóstico / auditoria energética, elaborados por técnico competente para o efeito, que demonstrem que a intervenção conduz a uma redução do consumo energético e/ou a uma efetiva redução do custo de exploração.

 

Para mais informação, consulte a área temática no Portal IPDJ aqui

Assista ao vídeo em: https://youtu.be/ZMK8ySw4eHs